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[Resenha] As Vantagens de ser Invisível - Stephen Chbosky

janeiro 24, 2016

Nome: As Vantagens de ser Invisível
Título Original: The Perks of Being a Wallflower
Autor: Stephen Chbosky
Gênero: Romance/Drama
Editora: Rocco
ISBN: 9788532522337
Ano: 2007
Páginas: 224
Classificação:  ★ ★ ★ ★ ★ 
Sinopse: Cartas mais íntimas que um diário, estranhamente únicas, hilárias e devastadoras - são apenas através delas que Charlie compartilha todo o seu mundinho com o leitor. Enveredando pelo universo dos primeiros encontros, dramas familiares, novos amigos, sexo, drogas e daquela música perfeita que nos faz sentir infinito, o roteirista Stephen Chbosky lança luz sobre o amadurecimento no ambiente da escola, um local por vezes opressor e sinônimo de ameaça. Uma leitura que deixa visível os problemas e crises próprios da juventude.
Frase favorita: "Mas mesmo que não tenhamos o poder de escolher quem vamos ser, ainda podemos escolher para aonde iremos a partir daqui. Ainda podemos fazer coisas. E podemos tentar ficar bem com elas."
Resenha:

As Vantagens de ser Invisível estava na minha estante há algum tempo, mas decidi ler quando uma professora na faculdade pediu um trabalho sobre o filme, então eu decidi ler para conhecer mais a história. Na verdade, eu já estava querendo lê-lo.



O livro conta a história de Charlie, um adolescente que está passando por toda a confusão própria desta fase. Ele narra sua própria vida através de cartas para um amigo anônimo. Seu dia a dia é até meio monótono, até que três pessoas aparecem em sua vida: Bill, seu professor; Patrick e Sam, que acabam tornando-se seus amigos. Todos eles transformam-se em pessoas muito importantes em sua vida. Charlie acabou de perder o melhor amigo, que cometeu suicídio, e tem problemas com a depressão. Ele é um garoto muito observador, o que faz com que suas cartas tenham relatos bem detalhados do seu cotidiano, sua escrita é bem pessoal, dando a impressão para o leitor de estar lendo um diário.


Conforme vamos conhecendo um pouco mais de Charlie e de sua vida, vamos entrando na história, virando um amigo do personagem. Ele é tão fofo que, várias vezes, tive vontade de cuidar dele, ser amiga dele de verdade. Fico imaginando quantos Charlie’s existem por aí na vida real... E nós nem mesmo percebemos. Ou quantos Patrick’s, quantas Sam’s... Pois, todos os personagens no livro são muito interessantes, bem trabalhados e bastante verossímeis.

Patrick é um veterano, irmão de Sam. Ele é alegre, divertido e muito amigo, mas também tem seus problemas. Patrick é apaixonado pelo garoto mais popular do colégio. Eles se encontram ás escondidas, porque Brad tem vergonha e não quer assumir que é gay. Também temos outra veterana, Sam, uma garota decidida, divertida, mas que tem uma baixa autoestima. Charlie acaba se apaixonando por ela, mas Sam já tem um namorado, um cara mais velho, da faculdade. Charlie, Sam e Patrick, tornam-se grandes amigos. Eles não são exatamente os amigos que os pais sonham para seus filhos, eles não são, digamos, politicamente corretos, mas eles ajudam Charlie, o deixam bem e feliz.


E ainda tem Bill, o professor, que cria uma relação especial com o protagonista, incentivando-o a escrever, algo que Charlie gosta muito, e dando muitos conselhos importantes para o garoto. E nem falei da família de Charlie, principalmente seus irmãos, que o apoiam apesar de tudo. O mais interessante é a sua irmã e a conexão que os dois vão desenvolvendo durante a história, é bem emocionante. Todos os personagens colocados na história tem sua importância em algum momento e são muito bem descritos pelo protagonista, o único problema é esse: só conhecemos os personagens pelo ponto de vista de Charlie. Logo, somos um pouco influenciados por sua opinião. Esse é o problema da narrativa em primeira pessoa.


O livro todo tem uma carga bastante emotiva. Você não lê uma história apenas, você a vive. As vantagens de ser invisível é daquele tipo de livro que você termina de ler, o fecha e o abraça, olhando para o nada, refletindo sobre tudo o que ele proporcionou para você e tudo o que ele te fez pensar – ao menos, eu fiz isso.

Ainda em tempo, queria dizer que fiquei impressionada com a fidelidade da adaptação cinematográfica da obra. Eu assisti antes de ler e, enquanto lia, foram poucas as coisas que ficaram de fora do filme, o que é perfeitamente aceitável, trantando-se de duas mídias completamente diferentes.


Bom, eu indico As vantagens de ser invisível para todos aqueles que quiserem se sentir infinitos!

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